sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

The Raven


Poem by Edgar Allen Poe (1845)

Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary,
Over many a quaint and curious volume of forgotten lore,
While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,
As of some one gently rapping, rapping at my chamber door.
"'Tis some visitor," I muttered, "tapping at my chamber door-
Only this, and nothing more."
Ah, distinctly I remember it was in the bleak December,
And each separate dying ember wrought its ghost upon the floor.
Eagerly I wished the morrow;- vainly I had sought to borrow
From my books surcease of sorrow- sorrow for the lost Lenore-
For the rare and radiant maiden whom the angels name Lenore-
Nameless here for evermore.
And the silken sad uncertain rustling of each purple curtain
Thrilled me- filled me with fantastic terrors never felt before;
So that now, to still the beating of my heart, I stood repeating,
"'Tis some visitor entreating entrance at my chamber door-
Some late visitor entreating entrance at my chamber door;-
This it is, and nothing more."
Presently my soul grew stronger; hesitating then no longer,
"Sir," said I, "or Madam, truly your forgiveness I implore;
But the fact is I was napping, and so gently you came rapping,
And so faintly you came tapping, tapping at my chamber door,
That I scarce was sure I heard you"- here I opened wide the door;-
Darkness there, and nothing more.
Deep into that darkness peering, long I stood there wondering,
fearing,
Doubting, dreaming dreams no mortals ever dared to dream before;
But the silence was unbroken, and the stillness gave no token,
And the only word there spoken was the whispered word, "Lenore!"
This I whispered, and an echo murmured back the word, "Lenore!"-
Merely this, and nothing more.
Back into the chamber turning, all my soul within me burning,
Soon again I heard a tapping somewhat louder than before.
"Surely," said I, "surely that is something at my window lattice:
Let me see, then, what thereat is, and this mystery explore-
Let my heart be still a moment and this mystery explore;-
'Tis the wind and nothing more."
Open here I flung the shutter, when, with many a flirt and
flutter,
In there stepped a stately raven of the saintly days of yore;
Not the least obeisance made he; not a minute stopped or stayed
he;
But, with mien of lord or lady, perched above my chamber door-
Perched upon a bust of Pallas just above my chamber door-
Perched, and sat, and nothing more.
Then this ebony bird beguiling my sad fancy into smiling,
By the grave and stern decorum of the countenance it wore.
"Though thy crest be shorn and shaven, thou," I said, "art sure no
craven,
Ghastly grim and ancient raven wandering from the Nightly shore-
Tell me what thy lordly name is on the Night's Plutonian shore!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
Much I marvelled this ungainly fowl to hear discourse so plainly,
Though its answer little meaning- little relevancy bore;
For we cannot help agreeing that no living human being
Ever yet was blest with seeing bird above his chamber door-
Bird or beast upon the sculptured bust above his chamber door,
With such name as "Nevermore."
But the raven, sitting lonely on the placid bust, spoke only
That one word, as if his soul in that one word he did outpour.
Nothing further then he uttered- not a feather then he fluttered-
Till I scarcely more than muttered, "other friends have flown
before-
On the morrow he will leave me, as my hopes have flown before."
Then the bird said, "Nevermore."
Startled at the stillness broken by reply so aptly spoken,
"Doubtless," said I, "what it utters is its only stock and store,
Caught from some unhappy master whom unmerciful Disaster
Followed fast and followed faster till his songs one burden bore-
Till the dirges of his Hope that melancholy burden bore
Of 'Never- nevermore'."
But the Raven still beguiling all my fancy into smiling,
Straight I wheeled a cushioned seat in front of bird, and bust and
door;
Then upon the velvet sinking, I betook myself to linking
Fancy unto fancy, thinking what this ominous bird of yore-
What this grim, ungainly, ghastly, gaunt and ominous bird of yore
Meant in croaking "Nevermore."
This I sat engaged in guessing, but no syllable expressing
To the fowl whose fiery eyes now burned into my bosom's core;
This and more I sat divining, with my head at ease reclining
On the cushion's velvet lining that the lamplight gloated o'er,
But whose velvet violet lining with the lamplight gloating o'er,
She shall press, ah, nevermore!
Then methought the air grew denser, perfumed from an unseen censer
Swung by Seraphim whose footfalls tinkled on the tufted floor.
"Wretch," I cried, "thy God hath lent thee- by these angels he
hath sent thee
Respite- respite and nepenthe, from thy memories of Lenore!
Quaff, oh quaff this kind nepenthe and forget this lost Lenore!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
"Prophet!" said I, "thing of evil!- prophet still, if bird or
devil!-
Whether Tempter sent, or whether tempest tossed thee here ashore,
Desolate yet all undaunted, on this desert land enchanted-
On this home by horror haunted- tell me truly, I implore-
Is there- is there balm in Gilead?- tell me- tell me, I implore!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
"Prophet!" said I, "thing of evil- prophet still, if bird or
devil!
By that Heaven that bends above us- by that God we both adore-
Tell this soul with sorrow laden if, within the distant Aidenn,
It shall clasp a sainted maiden whom the angels name Lenore-
Clasp a rare and radiant maiden whom the angels name Lenore."
Quoth the Raven, "Nevermore."
"Be that word our sign in parting, bird or fiend," I shrieked,
upstarting-
"Get thee back into the tempest and the Night's Plutonian shore!
Leave no black plume as a token of that lie thy soul hath spoken!
Leave my loneliness unbroken!- quit the bust above my door!
Take thy beak from out my heart, and take thy form from off my
door!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
And the Raven, never flitting, still is sitting, still is sitting
On the pallid bust of Pallas just above my chamber door;
And his eyes have all the seeming of a demon's that is dreaming,
And the lamplight o'er him streaming throws his shadow on the
floor;
And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted- nevermore!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

"elogio ao amor"


"Quero fazer o elogio do amor puro.
Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade.
Já ninguém quer viver um amor impossível.
Já ninguém aceita amar sem uma razão.
Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.
Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa.
Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".
O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.
Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões.
O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.
A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço.
Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.
Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona?"

Migue Esteves Cardoso

A passear no HI5 dei com isto, gostei.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Já ca não apareço ha tanto tempo....

"Those things there are beautifull are never lost"

quinta-feira, 4 de outubro de 2007



Nasceste antes de 1986?
Então lê isto...
Se não tens...lê na mesma..
Esta merece!!!!!

Deliciem-se...

Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de
hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não
devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé
eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós
muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamentos
com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos
brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos
capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e
airbags, viajar á frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do
jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com
manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque
estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com
os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de
rolamentose depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para
só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de
acabarmos num silvado aprendíamos. Saíamos de casa de manhã e
brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de
escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não
tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de
vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao
elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores,
cortávamo-nos, e até partíamos ossosmas sempre sem processos em
tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás
portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a
escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos
jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos
pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os
melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm
sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade,
fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo. És
um deles? Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como
verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas
vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm idade
suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto, meus amigos
é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos
lábios. A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu
em 1986. Chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e uptown
girl conhecem de westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de
Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma
Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre
foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um
deus da dança. Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são
filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas
a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão
gostar.

SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças


quinta-feira, 20 de setembro de 2007

"Sexo à bruta"

Hoje a ler o Metro, um daqueles jornais gratuitos, li este belo texto, fruto da mais profunda pesquisa desse Senhor Fernando Alvim.

"Não é muito normal, mas tenho pensado muito em sexo nas ultimas semanas e não, não tem nada a ver com o Verão, nem coma falta de sexo, nem com o rebarbamento, nem com o facto de as mulheres se vestirem com coisas mais audazes, nem com a praia, nem com as revistas que só mostram pessoas a dizer que "estão mais felizes do que nunca!", nem com as noites que agora se tornam mais longas, nem com os dias que convidam à preguiça e a essa nobre arte de não fazer nada. Nada disso. Tenho pensado muito em Sexo porque estou a desenvolver uma tese que defende esta ideia:"Até provas em contrario, toda a gente gosta de Sexo à bruta!"e não pensem que o digo de forma leviana. Pelo contrário. Nos ultimos dias refugiei-me num claustro para os lados da serra da Arrábida e munido de enciclopédias várias, de ligação rápida à internet e longas conversas com seres humanos iguais a nós, cheguei a esta conclusão. Todos gostam, mas poucos são os que o admitem por simples pudor ou porque simplesmente ninguem tem nada a ver com isso. E não tem.

Mas a verdade é essa, o sexo à bruta existe e é habitualmente posto em prática pelos seres mais conservadores e reservados e obviamente por aqueles que há muito perceberam, que sem ele não se vai a lado nenhum. è como andar na auto-estrada nos limites de velocidade estabelecido. cumpre-se a lei, é certo, mas parece que não saímos do mesmo sitio. Talvez por isso, no sexo à bruta meta a quinta,não ligue aos radares, não use cinto e fale ao telemóvel durante a condução. Então e o amor, onde fica no meio de tudo isto?, perguntarão? Já ca faltava esta inquietante interrogação. O Amor não tem nada a ver com isto, porque se pode amar alguem de forma autentica e verdadeira e no entanto expressar esse mesmo amor desta forma. Uma amiga minha confidenciou-me isto:"O meu namorado gosta muito de mim, mas é molinho! Percebes? Pensa que o amoe é apenas faze aquilo!" E não é. Esperem lá, pode ser aquilo, mas não é só aquilo se é que me faço entender. O acto em si deve ser entendido como uma imponente orquestra onde todos os instrumentos tocam e os violinos se destacam numa chiadeira tal que nos faz lembrar a maldita cama que teima em fazer mais barulho do que seria suposto. Confessem: quantos de nó já fomos para o chão para não acordar os vizinhos? Sejamos Francos: Quem è que não se importa com o barulho da cama e sonha com o dia em que se inventara uma com silenciador? Quantas Foram as vezes em que fomos obrigados a tapara a boca da nossa parceira com um pano de cozinha que era o que estava mais à mão?

É claro que haverá alguns que dirão que não, que nunca o fizeram, mas esses são precisamentes aqueles sobre os quais recaíram mais tarde, comentários poucos abonatórios de que eram "molinhos!", repito "molinhos!" por parte das suas namoradas o que convenhamos, não pode ser. E é muito bonito essa coisa do "Gosto muito de ti! És a mulher da minha vida! quero que este momento não acabe nunca" mas é tão ou mais importante serem ditas frases como "O teu cheiro exita-me! Pede-me mais, queres mais? És uma prostituta de luxo!" ou se quiserem elogiá-la com, finissimo recorte e bom gosto exprime tem dizer:"És mais apertadinha que um arrebite de um submarino.""


Este gajo merece o camião D'Oiro, quase tão boa esta teoria como a do embelezador de mulheres...

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Férias

Vim de Féria hoje, e até parece que tenho um nó no estômago. Logo de manha foi um sofrimento pegado, acordei as 0630, que para mim foi uma desgraça, o cérebro nem estava a perceber que violência era aquela, acordei sozinho numa casa em silencio, o que foi muito estranho, pois os últimos dias foram passados com uma “família” de pelo menos 6 pessoas, devo confessar que senti falta da canalha toda, ao pequeno almoço comi um Croissant misto, o qual me deu uma enorme vontade de chorar, só de pensar nos croissant da Mabi ainda quentinhos ao pequeno almoço, porra quero voltar para lá, não peço nenhuma ilha tropical, peço só um canto aqui na costa alentejana…
Passei o dia todo a bulir que nem um camelo cheio de calor e o único banho que tomei foi de combustível… e eu a pensar no calor da praia e nos banhos de praia… principalmente naquela praia minúscula em Porto Covo, com a agua transparente, ou então na Praia Perto da Ilha do Pessegueiro (Fu#*+% beach) onde a agua estava mesmo quentinha… Durante a Hora de almoço adivinhem em que pensei eu? Pois nisso mesmo nos belos almoços e jantares que comíamos…. Cada vez acredito mais no chamado stress Pós-férias.

Mas sabem que mais, para mim o melhor das férias, foi mesmo a companhia.
Por melhor ou pior que o sitio seja, a comida, ou o tempo, a companhia faz mesmo toda a diferença. A vocês pessoal, o meu muito obrigado por terem aceite o convite que vos fiz, espero que tenham gostado tanto como eu gostei. Sem dúvida que ter estado com vocês fez toda diferença. Os momentos passados a Iztupides que nos é natural, quando brincamos e conversamos, tinha muitas saudades disso…
Aproveito Também para pedir desculpas, se magoei alguém, acredita que não foi essa a intenção.
Agora espero que não se esqueçam de marcar as ferias para o ano que vem termos mais uma semaninha destas.

Mais uma vez, obrigado por terem partilhado esta semana.

E agora de volta ao trabalho

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Punkzinhos

Ontem a noite, para quem não sabe Xutos foram tocar ali para os lados da torre de Belem.


Passei la perto ( na paralela à Av 24 julho) depois do espectaculo,e vi montes de Putos Punkzinhos, perdidos de bebados a agritar palavras de ordem e a parvar com os carros que passavam.

Mais a frente, parei a carrinha e não é que um dos putos vem mijar mesmo ao pé da carrinha com tanto espaço livre em redor???? E ainda por cima, nem quado lhe chamei a atenção ainda começou a cantar de galo, a armar-se ao pé dos amiguinhos.... Já viram a lata do gajo?

Muitas vezes já me questionei o que são estes Punkzinhos. Vestem-se estilo Punk, a emitar o estilo de despreendimento, a autonomia do desenmerde-se, o aspecto minimalista e a subversão da cultura que é tipica na cultura Punk, estes Punkzinhos tem a mania que gritar palavras de ordem e fazer certos gestos é a maneira suficiente eficaz para criar alguma revolução politica, ou de afirmar a sua ideologia independente. Mas tudo isso cai por terra, se lhe falta o leitor de Mp3, ou o telemovel de 3G. A Roupa simples de desleixada passou a ser comprada bem cara em lojas de marca, e com muita facilidade, estes Punkzinhos trocam a revolução por uma tarde agarrados à PS3 a jogar On Line com um outro amigo que até julga que é um rei do Hip Hop.



Porra... Devo estar ficar cota...